Deficiência causada por acidente de trânsito será um dos focos de Dziedricki em comissão



   Maurício Dziedricki: "Quando não há morte no trânsito, há problemas que levam à incapacitação."


Integrante titular da Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência, o deputado Maurício Dziedricki (PTB-RS) afirma que um dos focos que pretende abordar no colegiado é a deficiência adquirida em razão de acidentes de trânsito.

“Há muitas mortes no trânsito no País e, quando não há morte, há um problema derivado do acidente, levando muitas vezes à incapacitação, às deficiências adquiridas. Esse é um dos temas que pretendo abordar na comissão, fazendo com que a experiência que eu trago do Rio Grande do Sul, por ter tido legislação formada com relação a esse tema, possa reverberar para todo o País”, declarou.

A Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência foi criada em 2015, a pedido das ex-deputadas Mara Gabrilli e Rosinha da Adefal, que são cadeirantes. O colegiado analisa todas as proposições que tratem de pessoas com deficiência; e pesquisas científicas que visem a melhorar as condições de vida dessas pessoas, inclusive com células-tronco.

Idosos

Dziedricki também é titular da Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa. Ele ressaltou que essa parcela da população precisa não só de sobreviver, mas de viver com qualidade de vida e dignidade.

“Na comissão, vamos apresentar sugestões e ações que façam com que a pessoa que está na terceira idade possa ser protagonista no desenvolvimento do País, nas causas sociais, culturais, educacionais e comportamentais”, afirmou.

Também lembrou que pesquisas e dados estatísticos têm demonstrado que a população brasileira está vivendo por mais tempo.

“Isso é um dos pontos da preocupação do governo federal com relação ao projeto de reforma da Previdência, porque sabe que cada brasileiro, cada brasileira tem tido uma expectativa de vida maior”, ponderou.

Denúncias

A Comissão de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa foi criada em 2016 com o propósito de, entre outros, receber, avaliar e investigar denúncias relativas à ameaça ou à violação de direitos da pessoa idosa; fiscalizar e acompanhar programas governamentais relativos à proteção dos direitos da pessoa idosa; e tratar do regime jurídico de proteção à pessoa idosa.

Em 2018, o colegiado deliberou sobre 20 projetos de lei principais e 112 projetos de lei apensados. Também realizou diversas audiência públicas, seminários, missões oficiais e sessão solene.

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